O longa conta a história da banda desde seu início, passando pela morte de Freddie Mercury, até o sucesso do filme Bohemian Rhapsody

Na última terça, dia 30, o Queen ganhou um novo documentário: The Show Must Go On: The Queen + Adam Lambert Story. O longa conta a história da banda desde seu início, passando pela morte de Freddie Mercury, até o sucesso do filme Bohemian Rhapsody. No destaque, a morte do frontman Mercury em 1991 e como a banda prosseguiu. “Eu sentia mortalmente a falta de Freddie. Eu sabia que ia acontecer, mas mesmo assim foi horrível”, disse Brian May.

“A gente falou sobre isso. [Dizíamos] que se alguém morresse, a gente devia parar. E nós paramos por muito tempo. Não tínhamos desejo de continuar sem Freddie. Era um processo de luto, e nós não queríamos falar sobre Queen, não queríamos ser o Queen”, relembrou o guitarrista. “Com a morte do Freddie, a gente achou que tudo tivesse acabado. A gente não planejava tocar nunca mais”, comentou Roger Taylor, baterista.

Mercury não demonstrava medo da morte em suas entrevistas, e constantemente brincava com o assunto. No documentário, quando o entrevistador perguntou se ele queria ir para o céu ao morrer, fez piada. “Não, eu não quero. O inferno é muito melhor. Olha quantas pessoas interessantes você vai conhecer lá embaixo!”

Bohemian Rhapsody faz Queen ficar mais rico do que nos tempos de Freddie Mercury

Não foi apenas popularidade que a cinebiografia Bohemian Rhapsody trouxe para o Queen: suas contas bancárias também ficaram mais gordinhas. De acordo com a Rich List 2019 do Sunday Times, o valor acumulado por Brian May, Roger Taylor e John Deacon atualmente é de £ 445 milhões (mais de R$ 2 bilhões). E apesar de Freddie Mercury não estar mais vivo, seu nome também recebeu uma quantia de R$ 200 milhões dos direitos do filme. O dinheiro foi para Mary Austin, ex-esposa e herdeira de grande parte da fortuna do cantor.