Anteriormente, já foi lançado Whitney: Can I Be Me, sem autorização dos responsáveis pelo espólio da cantora

Está prevista para o meio do ano a estreia nos Estados Unidos do documentário Whitney, sobre a carreira e a vida pessoal de Whitney Houston: o novo filme é uma espécie de resposta a Whitney: Can I Be Me, documentário que saiu sem a autorização da família da cantora – e aborda temas como o relacionamento entre a artista e sua assistente Robyn Crawford, ligação desaprovada pela família de Whitney. O novo filme é assinado por Kevin MacDonald, vencedor do Oscar de Melhor Documentário em 1999, por One Day in September. Seu próximo filme, Touching The Void, ganhou um Bafta.

Whitney Houston

Whitney tem previsão de estreia para o dia 6 de julho nos Estados Unidos, na Inglaterra e na Irlanda, e é oficialmente descrito como “um relato íntimo e definitivo da carreira e da vida da super estrela.” A promessa também é de que o longa contenha “gravações ainda inéditas e performances jamais divulgadas, registradas em diferentes momentos da vida” de Whitney, além de versões originais de estúdio ou acapella de diversos hits de sua carreira.

“Eu abordei a vida de Whitney como uma história de suspense: como alguém com tanto talento e beleza se auto-destruiu tão dolorosamente e publicamente?”, disse Kevin MacDonald, em um comunicado oficial. “Eu tive a sorte de ter o apoio da família de Whitney nesta busca. Eles confiaram em mim o suficiente para me dar ‘as chaves do arquivo’, mas ao mesmo tempo me deram total liberdade para seguir a história aonde ela fosse. Whitney é uma história familiar íntima, que revela um novo lado de uma mulher que mesmo os fãs mais dedicados jamais conheceram.” O documentário vai contar com entrevistas com amigos, familiares e colaboradores; incluindo Clive Davis, fundador e presidente da Arista Records, que é creditado como a pessoa que descobriu a artista. Ela morreu em 2012, aos 48 anos de idade.

Anteriormente, o cineasta Nick Broomfield, responsável por Whitney: Can I Be Me, afirmou que os responsáveis pelo espólio da cantora foram “muito agressivos” ao abordar participantes do documentário não-autorizado: “Kenneth Reynolds recebeu um e-mail e uma ligação dizendo: ‘Não queremos que você participe do filme. Estamos fazendo nosso próprio filme com um time vencedor do Oscar e gostaríamos que você não se intrometesse. Sabemos que você está ajudando Nick Broomfield a falar com outras pessoas e não queremos que você faça isso.'”