Neste fim de ano, preparamos um concurso cultural para nossos ouvintes – e o prêmio é uma biografia fantástica sobre uma das maiores artistas do pop/rock brasileiro. Estamos falando dela, conhecida por sua arte e por sempre falar o que pensa: Rita Lee. No livro Rita Lee – uma autobiografia, você vai acompanhar a vida da artista, do primeiro disco voador ao último porre. A infância e os primeiros passos na vida artística, sua prisão em 1976, seu casamento com Roberto Carvalho, o nascimento de seus filhos, as grandes músicas, os tropeços e as glórias.

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Para concorrer a exemplares do livro, os participantes deveriam responder: Qual música de Rita Lee marcou a sua vida, e por quê? Recebemos diversas histórias, mas escolhemos três como vencedoras. Confira logo abaixo! O autor de cada resposta escolhida vai levar para casa um exemplar de Rita Lee – uma autobiografia.

“Pagu! Por ser uma forma divertida, inteligente e mágica de deter um pouco a ‘burralização’ da cultura nacional, que afirma que ‘toda brasileira é bunda’, e que esquece que a vida real começa toda segunda! Salve as ‘Zélias’, ‘Anas’, ‘Filomenas’, ‘Madonnas’ e ‘Ritas’. Salve canção Pagu e todas as mulheres que com a arte, mandam o machismo e preconceito TOMAREM (meia hora de sol em Bangu).” (Paulo Ricardo de Oliveira)

“Eu só tenho 21 anos, mas curto demais a louca da Rita. A música “Agora só falta você” é uma música que marca pra caralho minha vida (desculpa o palavrão, mas a gente tá falando de Rita Lee, né?). Foi o dia que eu troquei de emprego, para ir para outro onde hoje eu sou mega feliz. Entre essa mudança que foi super significante, eu conheci meu amadíssimo namorado, que curte um bom rock. Essa música define boa parte desses momentos tão bons. ‘Um belo dia resolvi mudar/E fazer tudo o que eu queria fazer…'” (Graziele Iaronka da Silva)

“‘Esse Tal de Roque Enrow’, e o motivo é simples. Tinha meus 14 anos quando Rita Lee e a banda Tutti-Frutti se apresentaram em minha cidade, Pelotas, lá pelos idos de 1976 ou 77. Eu e meu irmão, dois peixes-fora-d’água, resolvemos assistir ao show para conhecer mais sobre aquela magrela que estava revolucionando nosso rock. Era a primeira vez que íamos a um show e a apresentação ocorreu no Teatro Guarani. Muita gente fumando um cigarro estranho com cheiro de capim queimado que empesteava o local. Gente muito doida, cabeluda e muita gritaria… E nada da Rita Lee. Lá pelas tantas, duas bombas de fumaça explodem simultaneamente em cada canto do palco. Os primeiros acordes muito bem executados de uma guitarra, e no meio da fumaça eis que surge a magrela vestida com um colant rosa cantarolando ‘Ela nem vem mais prá casa doutor / Ela odeia os meus vestidos / Minha filha é um caso sério, doutor / Ela agora está vivendo com esse tal de Roque Enrow…’ Caso sério foi que a partir deste momento me entreguei totalmente ao rock brasileiro graças à Rita Lee. Esse ‘Roque Enrow’, além de querer modificar o mundo, modificou a mim também a partir daquela música naquele show.” (Marcelo Aranalde Carvalho)

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