And we’ll never be royals.  O verso da música Royals,  hit de 2013 de Lorde, não condiz com a realidade da cantora neozelandesa.

Ella Maria Lani Yelich-O’Connor, é escorpiana, tem apenas 17 anos e desde os 14 já tinha os olhos de produtores musicais. Em março de 2013 que sua ascensão aos “charts” começou.

Com apenas cinco canções, Lorde lançou o EP The Love Club, o qual continha a música Royals. A canção foi o primeiro single do EP e não demorou muito para entrar na lista das mais tocadas em todo o mundo. Em setembro chegava as lojas o primeiro álbum de estúdio de Lorde, chamado Pure Heroine. Dez músicas, todas compostas por Lorde e seu produtor Joel Little, trazem letras provocativas sobre adolescência, tédio, diversão e amor. As batidas graves (que lembram hip-hop)  e minimalistas marcam o CD de estreia.

Não demorou muito para que ela colhesse os frutos de seu trabalho.

Na noite da maior premiação da industria fonográfica americana, o Grammys Awards, Lorde foi vencedora em duas categorias: Melhor Performance Solo e Canção do ano, ambas com seu hit Royals.

As duas categorias são importantíssimas na premiação e a concorrência era composta por veteranos como Bruno Mars, Katy Perry e Justin Timberlake. Tímida e de poucas palavras, ela agradeceu seu produtor e ressaltou que se inspira nos cantores os quais ela concorria no Grammys.

Assista ao vídeo de Lorde no Grammys:

Não acredito que Lorde seja mais uma da lista one hit wonder, ao escutar Pure Heroine  pelo menos três músicas se destacam.

Considero a Lorde a grande campeã da noite, por mais que não tenha vencido na principal categoria e nem levado a maioria dos prêmios, ela que a menos de um ano está no cenário musical conseguiu desbancar cantoras que já tem uma longa estrada. Depois da noite de ontem (26), ela entrou para realeza da música e  agora está na lista de cantores com o gramofone dourado.

 por Iuri Barcellos

Itapema FM SC