A divulgação de Head Job foi interrompida quando o músico foi condenado à prisão domiciliar

Em agosto de 2014, Phill Rudd, baterista do AC/DC, lançou na Austrália e na Nova Zelândia o seu primeiro disco solo, Head Job – e, em novembro, foi acusado de ameaçar duas pessoas de assassinato. A condenação a prisão domiciliar por um período de oito meses impediu o músico de se juntar ao AC/DC na turnê Rock Or Bust, em que foi substituído por Chris Slade. Agora, Rudd está de volta – dizendo-se recuperado, o artista pretende finalmente trabalhar na divulgação de Head Job, que foi gravado com dois amigos neozelandeses, Allan Badger e Geoffrey Martin. No final de setembro, logo após o relançamento oficial do projeto, o trio pretende excursionar pela Europa e Reino Unido com o material do álbum.

Screen Shot 2016-08-15 at 15.03.32

ob_8b9a19_phil-rudd-acdc-02

O baterista está determinado a deixar os problemas para trás. “Eu visito um psiquiatra uma vez por semana, e estou mais próximo que nunca de meus filhos”, afirmou, em um comunicado oficial. Rudd diz que agora quer se dedicar às coisas mais importantes de sua vida: a família, os amigos e a música.

Phill Rudd se juntou ao AC/DC em 1975, além de ter tocado em outras bandas, como Buster Brown e The Colored Balls. No AC/DC, marcou sucessos como It’s A Long Way To The Top (If You Want To Rock ‘N’ Roll), TNT e Dirty Deeds Done Dirt Cheap com sua bateria característica. De 18 discos de estúdio da banda, Rudd ficou de fora de apenas três, ajudando o grupo a vender mais de 200 milhões de cópias em todo o mundo.