Sacha Winkler, mais conhecido como Kalabrese, escolheu este nome artístico em homenagem ao pai, natural da Calábria, sul da Itália. O produtor e DJ suíço começou como baterista, tocou de 1994 a 1998 na banda de hip-hop ‘Sendak’, fundada em sua terra natal. Gravou com ela um EP e dois CDs. Depois de deixar o grupo, ele mudou o rumo para a música eletrônica e, em Zurique, recomeçou a produzir, no lugar certo, na hora certa.

Kalabrese traz uma curiosa e ousada mistura, onde se atreve a navegar entre o indie e a música eletrônica, inspirado pelo blues e funk. A brilhante sonoridade enfatiza os vocais e as combinações em produções visionárias.

O álbum de estreia de 2007, “Rumpelzirkus”, um projeto aclamado pela crítica, ganhou os holofotes e logo o artista foi chamado para os palcos de festivais como Sonar, Mutek em Montreal e Transmediale em Berlim – apresentações que deram a ele a oportunidade de tocar com o LCD Soundsystem e com Nicolas Jaar.

 

O mais recente trabalho, o EP “Bananenräuber”, lançado mundialmente no início de 2018, foi o primeiro lançamento solo do músico em quatro anos. Agora, finalizando o ano em turnê, Kalabrese divide o tempo entre palco e estúdio, enquanto prepara mais material para 2019.

A obra de Kalabrese – que estreia em breve no Lounge itapema – orbita o momento onde o dançarino se une com a música e esquece o resto do mundo. Assim, sua arte é uma espécie de homenagem ao estilo ‘Clublife’, um mundo em que Kalabrese transita há mais de 15 anos.

 

 
Vídeos e fotos – divulgação.
Fonte – phonicarecords.com