Com apenas 18 anos de idade, Arlo Parks, sediada em Londres, apresentou há duas semanas seu material de estreia, o magnífico single, “Cola”. Os tons submissos desta voz poderosa são lançados sobre melodias lentas de guitarra que logo acenam para você parar o que estiver fazendo, para apenas ouvir.

A formação e habilidade para a escrita criativa brilham na nova faixa. Arlo é capaz de tecer detalhes pessoais íntimos com lirismo poético, mesmo falando sobre mágoa e desapontamento. A voz, aditivo principal do trabalho da jovem, cumpre um papel fundamental em sua arte – Arlo Parks é uma ótima contadora de histórias.

Arlo cresceu no sudoeste de Londres, é metade da Nigéria, um quarto do Chade e um quarto francesa. Aprendeu a falar francês antes do inglês. Foi uma criança quieta, compenetrada em escrever contos e criar mundos de fantasia. Na adolescência, era obcecada pela poesia da palavra falada e pela arte de poetas americanos como Irwin Allen Ginsberg e Jim Morrison.

Há também uma qualidade visual quase cinematográfica na escrita de Arlo que, segundo ela, nasceu da paixão por filmes de terror, streetwear e arte abstrata.

“Cola” é a primeira mostra do que a artista tem feito nos últimos 12 meses, mas não será a última. Arlo Parks chegou naturalmente ao estágio de autodescoberta, e é apenas uma questão de tempo até que o mundo a descubra também.

 

 
Vídeo e foto – divulgação.