Os fãs de cantoras como Sarah Vaughan, Abbey Lincoln e Betty Carter – ou de vozes mais contemporâneas como Cassandra Wilson, Cécile McLorin Salvant e Erykah Badu, precisam conhecer o trabalho de Jazzmeia Horn.

Aos 27 anos, a cantora e compositora de jazz americana de descendência africana, vencedora do ‘Thelonious Monk Institute International Jazz Competition’ de 2015, é de uma beleza exuberante e canta muito. Diferenciais, além da beleza? O nome, por exemplo. Não é nome artístico, é de registro.

O álbum “A Social Call”, de 2017, é um interessante primeiro esforço dessa moça talentosa e mostra um futuro promissor na música. Horn tem uma alma old-school que evoca clássicos do jazz dos anos 1950 e 1960, enquanto transmite temperos mais modernos.

O elogiado álbum de estreia, indicado ao Grammy de Melhor Álbum Vocal de Jazz, chamou a atenção do público e crítica desde o lançamento, em maio do ano passado, pela Concord Records/Prestige. O êxito da cantora em seu primeiro trabalho a levou ao palco do Grammy, e o resultado da apresentação veio com um longo e caloroso aplauso (de pé) do público presente, repleto de artistas e grandes nomes da indústria musical.

 

Sim, Jazzmeia Horn é o seu nome verdadeiro – dado a ela pela avó, uma pianista apaixonada por jazz. Nascida em Dallas, Texas, Horn cresceu em uma família cheia de talento musical. Mais tarde, em busca de seu sonho, se mudou para Nova York em 2009 para participar do programa de música contemporânea e jazz da New School, e mergulhar na rica cena musical da cidade.

A cantora, que tem raízes na Núbia, logo se viu tocando com grandes músicos como Junior Mance, Billy Harper, Ellis Marsalis e Frank Wess. Atualmente ela já superou o status inicial, de uma jovem descoberta, transformando-se na nova voz da cena jazzística de Nova York.

 

 
Vídeos e fotos – divulgação.