Ao longo de sua carreira, Tina Turner não apenas quebrou as regras, ela as reescreveu. O espetáculo, que estreia amanhã no Reino Unido no Teatro Aldwych, intitulado ‘Tina – The Tina Turner Musical’, dirigido por Phyllida Lloyd, revela a história de uma mulher que se atreveu a desafiar todos os limites na vida pessoal e na música.

Atualmente com 78 anos de idade, Tina conheceu a fama nos anos 1960, em parceria com o então marido Ike Turner, alcançando grande notoriedade por sua voz visceral inconfundível, muita energia nas apresentações ao vivo e uma coleção de sucessos.

Depois de pancadarias e anos de abusos, o divórcio de Ike e Tina aconteceu em 1978. Livre, ela passou então a desfrutar de uma carreira solo internacional, formou parcerias relevantes na música e traçou um caminho que poucos tiveram êxito, um caminho que a fez ganhar 11 prêmios Grammy.

 

Sucessos como a regravação de “Let’s Stay Together” (1983), “What’s Love Got To To With It” (1984 – o maior hit de Tina, vencedor de quatro prêmios Grammy, incluindo ‘Record of the Year’), “The Best” (1988), o tema do filme do 007, James Bond, “GoldenEye” (1995), e a clássica “Proud Mary”, são os pontos altos do musical preparado para o teatro.

A história da artista já foi contada nas telas no filme biográfico dirigido por Brian Gibson, lançado em 1993 – ‘What’s Love Got to Do It’.

 

A reverenciada cantora foi introduzida no ‘Rock and Roll Hall of Fame’ em 1991 e tem sido frequentemente citada como um dos maiores nomes da história da música.

Seus shows ao vivo foram vistos por milhões de pessoas ao redor do mundo – Em 1988 ela entrou para o Guiness Book, o livro dos recordes, como o maior show já feito por uma cantora solo. A artista reuniu mais de 188 mil pessoas no Maracanã, no Rio de Janeiro. O show foi transmitido para todo o mundo. Nesta época estava fazendo a turnê “Break Every Rule”.

‘Tina – The Tina Turner Musical’ está programado para estrear amanhã no Teatro Aldwych. Estrelado por Adrienne Warren e Kobna Holdbrook-Smith (que interpretam Tina e Ike) e escrito pelo dramaturgo vencedor do Prêmio Olivier, Katori Hall, o espetáculo teve, durante o processo de produção, o olhar atento da própria Tina Turner.

 

 
Vídeos e fotos – divulgação.