“Blood” é o título do segundo álbum da cantora, compositora e multi-instrumentista britânica Lianne La Havas. Um trabalho de soul/pop contemporâneo, onde o frescor de uma nova voz dialoga elegante, sem exageros, com arranjos bem executados. Mesmo tendo saído em 2015, Lianne ainda está divulgando as faixas. “Tokio”, um dos destaques, teve um video especialmente produzido em agosto desse ano e entrou para a trilha de séries de TV e playlists no exterior. Lançado pela ‘Warner Bros.Records’, o disco soa com fluidez e, de faixa em faixa, a artista desenha um fio contínuo de musicalidade e autoafirmação.

Em abril de 2016 Lianne desembarcou no Rio de Janeiro para se apresentar como uma das atrações de abertura do Coldplay. A inglesa subiu ao palco e se deparou com um Maracanã lotado. Recebida muito bem pelo público, ela surpreendeu e conquistou milhares de novos fãs com a sonoridade envolvente do soul temperado pelo pop e folk.

Com apenas 25 anos, a cantora já é um dos nomes mais promissores do soul/jazz – ou neo/soul como muitos chamam. É neste segundo disco, que ela se arrisca sem medo e acerta no resultado, mostrando que não é só de uma bela voz que um novo artista precisa pra conquistar seu espaço. É preciso consistência.

 

Em “Blood”, como indica o título, Lianne foi buscar referências em suas raízes gregas e jamaicanas para o processo criativo do álbum. E foi na Jamaica que conheceu o produtor Stephen McGregor, que introduziu elementos de reggae ao tempero final do trabalho.

O estilo de composição recebeu forte influência familiar, graças às origens dos pais da artista : “Eles serem de lugares diferentes me fez gostar de tipos variados de música. Eu acabei botando isso no meu som”, contou a cantora em entrevista e, logo completou revelando que foi influenciada por artistas como Nina Simone e Lauryn Hill.

 

 
Videos e foto – divulgação