O multi-instrumentista franco-neozelandês, que se auto denomina “FKJ”, apresenta o álbum de estreia, um trabalho íntimo e elegante. A sonoridade vai do Jazz ao Soul com um toque eletrônico contemporâneo, o que torna sua assinatura notável e refrescante.

A mistura fluente de elementos do Soul e Jazz com música eletrônica moderna e experimental, é uma inspiração constante para novos músicos, bem como para os antenados em novidades.

A voz de ‘French Kiwi Juice’, ou FKJ, de timbre suave, temperada pelas suas influências, dialoga harmoniosa com os parceiros músicos assim como a variedade de instrumentos e elementos escolhidos por ele.

 

Se o convite for escutar, em alto e bom som, as faixas “Amsterjam” (com a cantora June Marieezy), e “Losing My Way” (com o músico Tom Misch), passeando e curtindo a natureza, você pode se sentir contemplativo e pensativo pois as faixas te levam facilmente pra outra atmosfera, um bom motivo para conferir o frescor do trabalho do jovem músico.

 

O álbum “French Kiwi Juice” é ousado e foge de classificações. É bastante raro que um músico apresente uma estréia madura e promissora sem se preocupar com rótulos ou com velhas fórmulas. O suco de kiwi francês, nativo parisiense, é música eletrônica sim, mas vai muito além disso.

Em tempo : O nome ‘French Kiwi Juice’ parece mais uma amálgama de palavras aleatórias para criar um título de banda memorável, como tantos grupos indie. Mas Vincent Fenton não é um grupo indie e nem precisa disso. Como resultado, o nome soa exatamente indicativo e evoca o som experimental que ele cria.

 

 
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