Com apenas 30 anos de idade, Charles Pasi já percorreu a Europa e a Ásia, e até mesmo Neil Young, escolheu pessoalmente acompanhá-lo nas datas francesas dos shows em 2016. Sem barulho, sem campanhas na mídia, com apenas uma gaita, violão, uma caneta e muito sentimento, Pasi alcançou o reconhecimento da crítica e do público.

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Filho de pai italiano e de mãe francesa, acostumado enquanto ainda jovem a transitar entre a França e os Estados Unidos, Charles é um daqueles seres que nasceu para a música. Graças ao talento, assinou com o celebrado selo Blue Note em 2015, para três álbuns. Antes, o francês tinha lançado “Sometimes Awake”, trabalho anterior, em 2013. Com um coração que transborda Blues, Soul e Pop, Pasi afirma que em sua arte, as etiquetas ou classificações não têm importância. Essa não é a questão e nunca foi. Entre as referências de uma carreira que já soma 10 anos, ele cita uma frase de Duke Ellington : “Há apenas dois tipos de música : boa música e outro tipo”.

 

Gravado durante cerca de dezoito meses entre Paris e Bruxelas, co-produzido por Jean-Philippe Verdin, o novíssimo álbum “Bricks”, é de uma intensidade elegante, ele compôs e escreveu tudo, tocou gaita e também violão acústico.

As músicas revelam originalidade – a maneira de transfigurar tudo, seja o estilo que for. Charles experimenta, tenta coisas que se assemelham a ele de um jeito profundo, sensual e livre com uma inspiração constante. Em entrevista para o lançamento do disco ele disse: “Quando eu componho, sou muito visual. Minha música é como a trilha sonora da minha vida. Como um diário, aquele que eu nunca escrevi”.

 

 
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