O novíssimo documentário, “Grace Jones: Bloodlight And Bami”, previsto para ser exibido no dia 27 de outubro, vai abrir a seção de documentários do Festival Internacional de Cinema de Toronto deste ano. Dirigido pela pioneira Sophie Fiennes, o filme está em construção há mais de uma década, desde 2005. Focando sua lente na vida pessoal e artística da icônica cantora, Fiennes revela detalhes da vida pessoal de Jones e mostra apresentações exclusivas de músicas clássicas.

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Artista, selvagem, atraente, assustadora e andrógina. Sim, Ms. Jones é tudo isso. No entanto, no documentário, também a descobriremos como amante, filha, mãe, irmã e até mesmo avó, enquanto ela se submete ao nosso olhar e nos permite entender o universo ao seu redor. O palco é onde Grace concretizou as mais extremas realizações e onde a incomparável imaginação teatral da artista rola solta.

 

O filme inclui as performances únicas de Grace cantando hits icônicos como “Slave To The Rhythm”, “Pull Up To The Bumper”, bem como as autobiográficas mais recentes “Williams Blood” e “Hurricane”. Essas músicas pessoais também se ligam à vida familiar de Grace, já que o filme nos leva a uma viagem de férias pela Jamaica, lugar de raízes familiares e onde a história de infância traumática são descobertas.

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Um teaser oficial chegou on-line na última segunda-feira para divulgar o documentário “Grace Jones: Bloodlight And Bami”. Este trailer não mostra muito, mas estou muito curioso, há algo de feroz e autêntico sobre Grace Jones que é particularmente atraente.

 

 

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