Ela soma mais de 30 anos de carreira, e apesar dos anos de experiência nos palcos, ainda se sente como uma menina roqueira. Já cinquentona, Paula Toller, atualmente descansa da extensa turnê que divulgou o seu quarto álbum solo “Transbordada”. A liberdade para arriscar projetos diferentes e apostar em novas formas de se renovar como artista, resultou num disco mais dançante, mais roqueiro, um trabalho preparado em parceria com o produtor Liminha.

Foto : divulgação

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Os dois artistas se juntaram no estúdio “Nas Nuvens”, no Rio de Janeiro, para compor e gravar as 10 músicas do álbum, que também têm como autores Beni Borja, Nenung e Arnaldo Antunes. O trabalho tem ainda um peso maior na carreira de Paula, por ser o primeiro álbum da cantora após a divulgação do fim do Kid Abelha, no primeiro semestre de 2016.

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A qualidade de suas interpretações fizeram dela a vencedora do Prêmio Sharp de cantora-revelação em 1999 com o disco “Paula Toller”, quando ainda dava seus primeiros passos como cantora solo, em carreira paralela à do Kid Abelha. Não por acaso o reconhecimento se repetiu dez anos depois, em 2009, quando recebeu o Prêmio da Música Brasileira de melhor cantora de pop-rock, com o também disco solo “Nosso” – É desse trabalho a canção em destaque hoje na itapema : Em “Glass (I’m So Brazilian)”, Paula Toller recebe o músico Kevin Johansen, especialmente convidado para a gravação do DVD “NOSSO”.

 

 
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