A turnê do mais recente álbum de Céu, “Tropix”, chega a Porto Alegre no dia 1º de julho. A cantora se apresenta no ‘Opinião’ divulgando o trabalho eleito pela revista ‘Rolling Stone Brasil’, o melhor disco de 2016.

Foto blablablancoo - divulgação

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Mais de doze anos se passaram desde que Céu lançou seu álbum homônimo. Despontando como uma das maiores vozes da atualidade, a paulista continua evoluindo. Uma prova disso é o seu quarto álbum de estúdio, “Tropix”.

O disco foi produzido por Pupillo, da Nação Zumbi, e o tecladista francês Hervé Salters, ambos compõem a banda base, que ainda conta com o baixista Lucas Martins. O disco traz 10 faixas, todas de autoria de Céu, com exceção de “Chico Buarque Song”, clássico da banda Fellini. A sonoridade transita pelo trip-hop dos anos 90, a disco-music do final dos anos 70, o R&B dos anos 80 e ainda o hip-hop misturado com a música eletrônica, com uma roupagem mais atual. Um dos destaques é “Sangria”.

Foto Leo Aversa - divulgação

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“Sou da geração nascida em 1980, então, para mim, é natural estar revendo um pouco os anos 90 e os 80. Curto fazer as coisas de maneira um pouco lúdica também. As ideias existem, as músicas existem, as letras existem, mas acho que as roupagens podem ser leves. Eu estava com vontade de flertar com algumas coisas mais sintéticas, mesmo sendo desse jeito : brasileira, tropical, uma maquininha atrás dos trópicos. Enfim, era um desejo de entender os nossos mecanismos e nossas maquinárias, e isso tudo fecha um conceito para mim. Daí o título do disco, ‘Tropix’, uma espécie de união da tropicalidade brasileira com o vintage”, explica a cantora sobre a estética e o título do disco.

 

 
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