Depois de se apresentar e revelar seu talento num concurso de jazz, a australiana Sarah McKenzie, foi premiada com uma bolsa completa em Berklee, provavelmente a melhor escola de música do planeta. Ela se formou e imediatamente iniciou sua carreira sob os olhos do produtor Jean-Philippe Allard. Agora Sarah acaba de lançar o quarto álbum, “Paris In The Rain”, pelo lendário selo Impulse, que voltou à ativa depois de ser uma das principais gravadoras de jazz dos anos 60.

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Sarah e Impulse reuniram grandes músicos aqui, entre outros, Mark Whitfield e o renomado Romero Lubambo. Produzido por Brian Bacchus, que embora não seja um nome familiar, é muito conhecido no cenário musical por trabalhos realizados ao lado de gente como Norah Jones e Gregory Porter. Não tem como comparar este álbum com um disco de Norah Jones, ao contrário dela, isso é 100% Jazz, mas é notável o toque do produtor porque tem o acabamento com o nível de um trabalho de Norah Jones. A crítica australiana chegou a publicar que a cantora vai além da gravação de estúdio e que o disco não reproduz inteiramente toda a energia impressionante que Sarah tem nos palcos.

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O registro traz várias canções originais de McKenzie, ao lado de releituras de clássicos de Cole Porter, George Gershwin, Henry Mancini, Duke Ellington e Jerome Kern.

 

Quando Sarah McKenzie lançou o álbum de estréia “Do not Tempt Me” em 2011, ela provou ser um nome promissor. Agora, com 27 anos, seis anos depois, ela parece cumprir essa expectativa e se entrega de voz e alma jazzística expandindo suas habilidades como pianista, cantora e compositora. Dois bons exemplos da qualidade do trablaho da cantora australiana, é a faixa título “Paris in the Rain” e “Quoi, Quoi, Quoi”.

 

 
Fotos e Videos : Sarah Mckenzie – Divulgação.